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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Diário de Bordo. Pág02

Chego ao teatro com muito mais confiança do que da primeira vez. A aula anterior havia me deixado tão empolgado que mal podia esperar pela próxima. O tema proposto foi Imagens. Além do Guli-guli inicial da aula, fizemos exercícios de como encaixar poses em um cenário. Os cenários usados foram: vento (q parecia um furacão), o mar, e São Paulo. Dançamos uma valsa rítmica. Também tivemos que contar uma história conhecida em três imagens e, apesar da minha sugestão de fazermos “O Mágico de Oz”, fizemos “Branca de Neve”. Não fomos o grupo mais original. =/
Ah! Quase me esqueço. Tiramos foto no comecinho da aula. Minha foto está bizarra já que estou “meio que imitando” o Dário, q é um pouco maior q eu...Haha

Palavra: Desafiador.

Revisão dos 21

DisorderRating
Paranoid:Low
Schizoid:Low
Schizotypal:Moderate
Antisocial:High
Borderline:Moderate
Histrionic:Very High
Narcissistic:High
Avoidant:High
Dependent:High
Obsessive-Compulsive:High

-- Personality Disorder Test --
-- Personality Disorder Information --

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Diário de Bordo. Pág01

Assustadores. Essa é a palavra que me vem em mente quando penso nos primeiros 5 segundos que cheguei no teatro e nenhum sinal de rosto conhecido. Encontrar a Catita lá dentro foi um grande alívio. Estranhamente, começamos a aula antes da “artista orientadora” brincando de adoleta. Resultado: Eu e o Dário como bodes expiatórios nos apresentando antes de todos.
Fizemos mais uma apresentação oficial, como Pedro Perfeito (quase que me saiu um Pedro Pateta). Tive uma casinha roxa em uma das dinâmicas (haha). Fizemos mais uma dinâmica em que eu falei com um Vinícius, um Ricardo e mais um senhor; ouvi uma senhora, o mesmo Ricardo e mais uma garota loirinha.
Descubro ao som de “toquepatoque” que sou mais descoordenado do que imaginava e fui a porta de uma armário das casas Bahia.

Palavra: Coletividade.

domingo, 26 de abril de 2009

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Em branco.

Olhar o céu branco acinzentado, árvores com poucas folhas e pessoas com agasalhos me faz querer sair de casa. Sei que essa paisagem não é nem de longe acolhedora, mas ela olha para mim e me chama para sair para brincar, me chama para algo mais. E por mais que a inércia de ficar em casa seja grande sei que esses dias são propícios para aventuras e que lá fora coisas incríveis acontecem, ao melhor estilo de “should we go outside?”. Dias assim me fazem pensar em coisas, pessoas e momentos felizes e em como eles passaram. Jogatinas de baralho na calçada, dias de sessão de fotos, cinemas ou um simples capucchino com um toque de aula cabulada (além do que, capucchino ficam mais gostosos nesses dias). É, dias frios me deixam nostálgico

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Party

Um jogador que torna o seu time excelente é mais valioso do que um excelente jogador.
Desvalorizar a si mesmo para o benefício do grupo. Isso sim é trabalho de equipe.