quinta-feira, 22 de março de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Charme da mulher brasileira
sábado, 19 de novembro de 2011
Um papinho sobre dentes...
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
I've got the moves like a fracasso
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Nostalgia
domingo, 26 de junho de 2011
Feiúra
- Que a beleza é passageira e a feiura é para sempre, como repetia o mal-diagramado Sérge Gainsbourg - o tio francês que pegava a Brigitte Bardot e a Jane Birkin, entre outras deusas. Sim, aquele mesmo francês cabra-safado autor do maior hino de motel de todos os tempos, "Je t'aime moi non plus", claro.
- Que as mulheres, ao contrário da maioria dos homens, são demasiadamente generosas. E não me venha com aquela conversinha miolo-de-pote de que as crias das nossas costelas são interesseiras. Roberto, corta essa, meu rapaz. Se assim procedessem, os feios, sujos e lascados de pontes e viadutos não teriam as suas bondosas fêmeas em pleno olho da rua. Elas estão lá, bravas criaturas, perdendo em fidelidade apenas para os destemidos vira-latas.
- Que o feio, o mal-assombro propriamente dito, saiba também e repita um velho mantra deste cronista de costumes: homem que é homem não sabe sequer a diferença entre estria e celulite.
- Que mulher linda até gay deseja e encara, quero ver é pegar indiscriminadamente toda e qualquer assombração e visagem que aparecer pela frente.
- Que homem que é homem não trabalha com senso estético. Ponto. Que não sabe e nunca procurou saber sequer que existe tal aparato "avaliatório'' do glorioso sexo oposto.
- Que as ditas "feias" decoram o Kama Sutra logo no jardim da infância.
- Que para cada mulher mal-diagramada que pegamos, Deus nos manda duas divas logo depois de feita a caridade.
- Que mulher é metonímia, parte pelo todo, até na mais assombrosa das criaturas existe uma covinha, uma saboneteira, uma omoplata, um detalhe tão pequeno de nós dois que deveras encanta.
- Que me desculpem as muito lindas, mas um quê de feiura é fundamental, empresta à fêmea uma humildade franciscana quase sempre traduzida em benfeitorias de primeira qualidade na alcova.
- Saiba, por derradeiro, irmão de feiura, que a vida é boxe: um bonitão tenta ganhar uma mulher sempre por nocaute, a nossa luta é sempre por pontos, minando lentamente a resistência das donzelas.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Papai me disse: "Jogue todos os seus calmantes fora"


segunda-feira, 12 de julho de 2010
O Mundo
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
-repick
Não sei o que está havendo. É como se eu estivesse me afogando em uma piscina de piche, onde eu não posso ver nada. Não sei pra qual lado é a superfície, se é fundo ou mesmo me ver. Só sei que estou me afogando.
"Seu lugar é outro", me martelou na cabeça todo o final de semana junto com sonhos bizarros e incompreensíves. Tenho a sensação que estou vivendo a vida de outra pessoa, que eu não devia estar onde estou. Não que esteja reclamando da vida que tenho, só tenho a certeza que não é a minha. De alguma forma eu sei disso.
E essa angústia. Essa sensação de "é a minha vez de falar na frente da sala toda". Esse frio na barriga que não me deixa.
Algo vai acontecer.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Saudade
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Revisão dos 21
| Disorder | Rating |
| Paranoid: | Low |
| Schizoid: | Low |
| Schizotypal: | Moderate |
| Antisocial: | High |
| Borderline: | Moderate |
| Histrionic: | Very High |
| Narcissistic: | High |
| Avoidant: | High |
| Dependent: | High |
| Obsessive-Compulsive: | High |
-- Personality Disorder Test -- -- Personality Disorder Information -- | |
domingo, 26 de abril de 2009
Eu
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Ano novo
Não quero parar as coisas sem motivos;
quero terminar tudo, me empenhar pra valer. Não quero parar tudo na página dois.
Nada mais de discussões com sarcasmo;
quero mais amor, mais família na sala de jantar, mais amigos na mesa.
Não quero mais MSN, quero contato;
quero menos frieza, menos se expressar por emoticon. Quero falar olhando nos olhos e sentir um abraço.
Nao quero mais ouvir o silêncio, só quero ter barulho;
quero ouvir o telefone tocar toda hora, quero ouvir torcida ao rolar dos dados, quero ouvir a verdade.
Não quero mais me envergonhar, não quero mais ter compostura;
quero demostrar afeto, chorar pra valer e rir alto sem me importar com os outros.
Não quero mais ver as coisas como antes;
quero o desconhecido e experiências novas. Não quero ficar acorrentado ao presente ou ao passado quero ser livre.
E não quero mais me decepcionar com sonhos que não se realizam.
E você? O Que vai fazer para ter um ano novo único?
sábado, 22 de novembro de 2008
Sem título
Estranho é que eu sempre me sinto como se estivesse correndo atrás de um amor, sendo que na verdade não há nada lá. Inventando gestos, imaginando uma situação e quase prevendo um futuro que meu consciente sabe que nunca vai se tornar realidade e ainda assim é um sonho cheio de ternura. É um fato, fiquei estúpido por você.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Texto de espírto
Pra ser bem sincero não mesmo sobre o que escrever. Poderia passar horas escrevendo um texto bem auto-expositor dos meus sentimentos e algumas obscuridades do meu espírito humano, mas acho que posso me resumir com a palavra “expectativa”.
Talvez o melhor que eu tenha pra escrever nesse momento seja sobre expectativas e perseverança. Sim, porque é exatamente o que estou vivendo. Toda essa pressão de vestibular mais o “esperado o dia decisivo”, faz você pensar sobre se realmente existe o colher o que você planta. É bem difícil sacrificar-se e contar somente com o incerto. Tudo o que lhe resta é a esperança. Não essa esperança bonitinha que se vê em filmes ou dos Powerpoints q recebemos por e-mail, mas essa amarga espera por algo que pode não acontecer e que não há mais nada que você possa fazer. Esperança é um sentimento muito bonito, mas um fardo terrível para os que a possuem.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Amor de Improviso
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Nostalgia
Abate como uma saudade de um algo que tem-se certeza que não irá mais voltar. Inesperado e desnecessário, vem ao acaso e faz a mente viajar num fluxo contra-temporal de pensamentos tendo essa equação o quociente de um sorriso bobo e inocente.
Cético eu não sou. É um sentimento estranho. Um não sei quê, que nasce não sei onde, vem não sei como, e dói não sei porquê.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Povo Outonal
O Verão acabou. O sonhos coloridos vividos por épocas agora não passam de uma fotografia insossa em sépia outonal. Esse Outono me irrita.








