Pages

Subscribe:

Ads 468x60px

segunda-feira, 23 de março de 2009

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Mentira














"O importante é que você tentou"
Claro. E todo mundo adora quando não consegue o que queria.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Ano novo

Nada de metas, objetivos, votos para que o ano seja do jeito que eu quiser. Dessa vez a proposta será nova: nada de imaginar o que quero, vou desejar somente o que eu não quero.
Não quero parar as coisas sem motivos;
quero terminar tudo, me empenhar pra valer. Não quero parar tudo na página dois.
Nada mais de discussões com sarcasmo;
quero mais amor, mais família na sala de jantar, mais amigos na mesa.
Não quero mais MSN, quero contato;
quero menos frieza, menos se expressar por emoticon. Quero falar olhando nos olhos e sentir um abraço.
Nao quero mais ouvir o silêncio, só quero ter barulho;
quero ouvir o telefone tocar toda hora, quero ouvir torcida ao rolar dos dados, quero ouvir a verdade.
Não quero mais me envergonhar, não quero mais ter compostura;
quero demostrar afeto, chorar pra valer e rir alto sem me importar com os outros.
Não quero mais ver as coisas como antes;
quero o desconhecido e experiências novas. Não quero ficar acorrentado ao presente ou ao passado quero ser livre.

E não quero mais me decepcionar com sonhos que não se realizam.

E você? O Que vai fazer para ter um ano novo único?

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Súbito

E de repente, me dá um desejo louco de publicar todos os lixos q eu escrevi e deixei guardado aki.

sábado, 22 de novembro de 2008

Sem título

Essa coisa de apaixonar-se eh realmente assustadora.
Estranho é que eu sempre me sinto como se estivesse correndo atrás de um amor, sendo que na verdade não há nada lá. Inventando gestos, imaginando uma situação e quase prevendo um futuro que meu consciente sabe que nunca vai se tornar realidade e ainda assim é um sonho cheio de ternura. É um fato, fiquei estúpido por você.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Texto de espírto

Pra ser bem sincero não mesmo sobre o que escrever. Poderia passar horas escrevendo um texto bem auto-expositor dos meus sentimentos e algumas obscuridades do meu espírito humano, mas acho que posso me resumir com a palavra “expectativa”.

Talvez o melhor que eu tenha pra escrever nesse momento seja sobre expectativas e perseverança. Sim, porque é exatamente o que estou vivendo. Toda essa pressão de vestibular mais o “esperado o dia decisivo”, faz você pensar sobre se realmente existe o colher o que você planta. É bem difícil sacrificar-se e contar somente com o incerto. Tudo o que lhe resta é a esperança. Não essa esperança bonitinha que se vê em filmes ou dos Powerpoints q recebemos por e-mail, mas essa amarga espera por algo que pode não acontecer e que não há mais nada que você possa fazer. Esperança é um sentimento muito bonito, mas um fardo terrível para os que a possuem.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Frankenboy

Despreocupado sentado em uma desconfortável cadeira na lachonete, o garoto desfrutava de seu lanche plástico e fabricado, divertindo-se com pensamentos fáceis e alegrias bobas. -Na verdade, você é fragmentado, ela disse -Não age como um todo e muda seus padrões respondendo a estímulos externos.

O garoto se deteve, chocado com a revelação.“Será que realmente sou fragmentado?” Pensou em diferentes momentos de sua vida, em formas como agia e como tinha agido nos últimos tempos. Tentou enxergar um padrão em suas ações e acabou por ver um ciclo. Percebeu que momentos de grande tensão o forçavam a mudar de faceta.

-É, sou fragmentado. Pensou em um porquê. Autodefesa talvez? Provável. Mais um jeito de parecer ter maturidade para lidar com uma situação específica do que outra coisa. Como se usando a face família estivesse preparado pra enfrentar tais problemas, entretanto, vulnerável a outros. Quase com um pano pequeno, que cobriria coisas descobrindo outras. “Então porque não costurar essa colcha de retalhos?”.

Muito ousado. Perderia grande parte de sua personalidade nos arremates. Mas mesmo assim ele o fez. Cortou pedaços de seus vários fragmentos para que pudesse se encaixar e começou a costurar uma nova personalidade.

Embora estivesse com medo, a idéia de ser completo excitava-o. “Serei uno!” pensava com uma expectativa palpitante. No entanto, qual foi sua surpresa quando finalizou o trabalho e percebeu que não conseguiria cobrir-se completamente com sua colcha de retalhos. Faltavam partes e era tarde de mais pra voltar atrás. E assim viveria. Como um Frankstein de arquétipos, só que com alguns membros faltando.

-Seu hambúrguer está esfriando, ela disse.

-Tudo bem, não estou mais com fome mesmo.