quarta-feira, 22 de julho de 2009
Diário de Bordo Pág 10
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narrativa
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Diário de Bordo Pág 09
Vou ao Vocacional com toda a certeza de que chegaria atrasado. Saio de casa 40 minutos mais tarde do habitual e, para minha surpresa, não demoro mais de 10 minutos para fazer o caminho. Fizemos exercícios de memória,e percebi que a falta de atenção é um problema da maioria das pessoas do grupo. Frases não foram decoradas, e instruções simples não foram compreendidas. Após isso contamos histórias coletivamente. Fiquei surpreso em como o grupo gosta de complicar as coisas por puro prazer. As histórias foram:
-Um gênio que só atendia pedidos inteligentes, que não quis transformar uma mulher em gênia pq era pedido egoísta (?!)
-A história de uma princesa que tomava drogas, casou com um gay e teve uma filha (?!)
-Uma nuvem negra que destruia a casa de velhinhos e depois virava um buraco negro que sugava tudo.
-Um grupo de loucos que fingiam morrer por uma injeção de anestésicos, matavam o policial que aparecia pra ajudar e faziam o médico que aplicava a injeção ficar louco. (?!)
Niguém construia uma história. Só falava uma coisa nada a ver, só pra ver como o próximo ia fazer pra contornar a situação. Isso sem falar no Ricardo que NUNCA passava a história pra outro terminar.
Enfim... Interessante foi qdo tivemos que encenar as histórias com temas pré-determinados: desenho, ficção científica, musical e novela mexicana. Ainda assim, ficamos um pouco trvados nos temas e a Ana Flávia recomendou que "viajassemos mais na idéia" dizendo que o nosso código seria "cerimônia". Isso significaria que teríamos que ser mais exagerados, mais grandiosos.
Na conversa final do dia, onde foi exposto a idéia de um sarau, a falta de atenção foi marcante novamente. Principalmente por parte da "Sandra Kátia"... ¬¬"
Palavra: Loucura
-Um gênio que só atendia pedidos inteligentes, que não quis transformar uma mulher em gênia pq era pedido egoísta (?!)
-A história de uma princesa que tomava drogas, casou com um gay e teve uma filha (?!)
-Uma nuvem negra que destruia a casa de velhinhos e depois virava um buraco negro que sugava tudo.
-Um grupo de loucos que fingiam morrer por uma injeção de anestésicos, matavam o policial que aparecia pra ajudar e faziam o médico que aplicava a injeção ficar louco. (?!)
Niguém construia uma história. Só falava uma coisa nada a ver, só pra ver como o próximo ia fazer pra contornar a situação. Isso sem falar no Ricardo que NUNCA passava a história pra outro terminar.
Enfim... Interessante foi qdo tivemos que encenar as histórias com temas pré-determinados: desenho, ficção científica, musical e novela mexicana. Ainda assim, ficamos um pouco trvados nos temas e a Ana Flávia recomendou que "viajassemos mais na idéia" dizendo que o nosso código seria "cerimônia". Isso significaria que teríamos que ser mais exagerados, mais grandiosos.
Na conversa final do dia, onde foi exposto a idéia de um sarau, a falta de atenção foi marcante novamente. Principalmente por parte da "Sandra Kátia"... ¬¬"
Palavra: Loucura
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narrativa
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Diário de Bordo Pág 08
Usei meus encontros de quarta-feira como um refúgio novamente. O Alfredo Mesquita tem sido muito mais acolhedor do que muitos lugares que tenho frequentado ultimamente. Chego lá bem mais cedo queo habitual, e com um frio nabarriga, já que a Ana Flávia não estará lá. Poucos haviam chegado e o nosso numero demorou a crescer, o que aumentou ainda mais minha ansiedade. Mas por mais estranho que pareça, a aula fluiu muito bem. Estamos adquirindo uma maior intimidade uns com os outros.
Foram propostos exercícios baseados em formas de cumprimento, que chegaram a me cansar bastante. Desse vez eu me senti totalmente desprendido. Como se realmente estivesse no lugar que imaginava. Já super empolgado depois disso, fizemos algumas esquetes trabalhando o ritmo. Normal, devagar, acelerado e cantado. Modéstia a parte, meu trio conseguiu extrair uma história muito mais original com apenas "Ai", "que foi?" e "nada". Amores inocentes foram super originais...Haha
Comparando nossas AO's, a Regina foi muito mais séria e dura que a Ana Flávia, masfoi bom do mesmo jeito.
Foram propostos exercícios baseados em formas de cumprimento, que chegaram a me cansar bastante. Desse vez eu me senti totalmente desprendido. Como se realmente estivesse no lugar que imaginava. Já super empolgado depois disso, fizemos algumas esquetes trabalhando o ritmo. Normal, devagar, acelerado e cantado. Modéstia a parte, meu trio conseguiu extrair uma história muito mais original com apenas "Ai", "que foi?" e "nada". Amores inocentes foram super originais...Haha
Comparando nossas AO's, a Regina foi muito mais séria e dura que a Ana Flávia, masfoi bom do mesmo jeito.
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narrativa
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Diário de Bordo Pág07
Não queria ficar em casa, e acabei usando o Vocacional como um jeito de dar uma escapada de casa. Estava bem ansioso com a idéia de ser dirigido. Mas como a Catharina não foi para a aula, combinamos de adiá-la. Confesso que me senti um pouco desprotegido sem a Cah lá. Mas fazer aula com a Dani foi muito divertido também. Trabalhamos a questão de espaço, em que fazíamos lentamente posições com temas pré-determinado. Prostitutas, quartel, futebol, mendigos, chuvas, foram algumas das sugestões de cenas. Combinamos que iriamos dar vida a uma das posições que havíamos criados. Pra nosso azar, escolhemos o quartel, e deixamos o Dário como nosso general. Resumo da ópera: ele nos deixou fazendo uma porrada de flexões e não fechava a cena, deixando agente sofrer no palco. Bem desnescessário isso.
Fiquei tão empolgado pra ser dirigido e acabou não rolando. Como semana que vem eh o "A Troca" e trocaremos de artista orietador, acho q ficou só pra outra isso. =/
Fiquei tão empolgado pra ser dirigido e acabou não rolando. Como semana que vem eh o "A Troca" e trocaremos de artista orietador, acho q ficou só pra outra isso. =/
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narrativa
sábado, 27 de junho de 2009
Sobre o tempo
O tempo realmente é um coisa impressionante.
Dez segundos de caminhada na praia parece pouco.
Dez segundos de caminhada em brasas é uma eternidade.
Cinco minutos de sono pra quem passou a madrugada acordado é pouco
Cinco minutos de sono a mais pra quem está atrasado é muito.
Um mês de férias parece tão pouco
Um mês de trabalho sem descanso é infinito.
Um final de semana de sol parece pouco.
Um final de semana de chuva é muito.
Será que eu tenho muito ou pouco tempo pra mim?
Dez segundos de caminhada na praia parece pouco.
Dez segundos de caminhada em brasas é uma eternidade.
Cinco minutos de sono pra quem passou a madrugada acordado é pouco
Cinco minutos de sono a mais pra quem está atrasado é muito.
Um mês de férias parece tão pouco
Um mês de trabalho sem descanso é infinito.
Um final de semana de sol parece pouco.
Um final de semana de chuva é muito.
Será que eu tenho muito ou pouco tempo pra mim?
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metalinguagem
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Diário de Bordo Pág06
Não houve aula habitual. Tivemos outra atividade em que fomos ver a peça "O Inocente no Dops".
Não gostei da peça. Achei descontínua, humor barato e escrachado. A peça fazia muitas refências a coisas que não fazem parte do meu cotidiano. Ao meu ver, eramais algo pra quem já sabe TUDO do assunto, do que algo pra entretenimento. E os críticos/filósofos que me desculpem, mas se teatro não é pra entretenimento então eu não sei pra que é.
Já a "AO vencedor as batatas", foi incrível. Linda, toda colorida, com um ar circense e vários recursos bonitos. A peça de levava pra conhecer a vida de Cubas. Todos vestidos do mesmo jeito, todos eram Cubas e apenas um objeto caracterizava qdo eles mudam de personagem. Muito melhor. Isso sem falar em trazer um guarda-chuva como objeto principal de cena. Ficou muito bonito. Nunca imaginei que desse pra fazer tanta coisa com um desses.
Não gostei da peça. Achei descontínua, humor barato e escrachado. A peça fazia muitas refências a coisas que não fazem parte do meu cotidiano. Ao meu ver, eramais algo pra quem já sabe TUDO do assunto, do que algo pra entretenimento. E os críticos/filósofos que me desculpem, mas se teatro não é pra entretenimento então eu não sei pra que é.
Já a "AO vencedor as batatas", foi incrível. Linda, toda colorida, com um ar circense e vários recursos bonitos. A peça de levava pra conhecer a vida de Cubas. Todos vestidos do mesmo jeito, todos eram Cubas e apenas um objeto caracterizava qdo eles mudam de personagem. Muito melhor. Isso sem falar em trazer um guarda-chuva como objeto principal de cena. Ficou muito bonito. Nunca imaginei que desse pra fazer tanta coisa com um desses.
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quarta-feira, 17 de junho de 2009
Diário de Bordo Pág 05
[cena faltando]
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